quarta-feira, 8 de setembro de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Este é o pa(o)drão Globo??

No blog do caio
http://www.blogdocaio.com/

Enquanto os BBB’s atuais se matam tentando dar aulas de quem é “do bem” e quem é “do mal”, nosso querido ALEMÃO deu uma aula de ética no Twitter.

Depois de entrevistar a última eliminada do BBB, o vencedor da sétima edição mostrou todo seu traquejo, toda sua formação e toda sua ética profissional escrevendo palavras “doces” sobre a Elenita.

Grande Alemão... Grande entrevistadorzão, eticão, profissionalzão!



Ah, ele não bancou o que disse e apagou o tweet. Grande Alemão, grande covardão!

Desculpem todos infelizmente nao posso expressar minha opiniao como gostaria espero que nao achem que estou me acovardando ossos do oficio 1:39 PM Feb 17th from TweetDeck

Reformulando Apos a entrevista com a Elenita que mulher de classe ,simpatia e inteligencia hahahaha 1:19 PM Feb 17th from web

Gente uso o Twitter para expressar minha opiniao pessoal, nao deixem de ver quinta depois do BBB no @multishow 1:08 PM Feb 17th from TweetDeck

“Pô, Elenita, não se pendura assim no meu ombro que eu tenho namorada”, dribla o apresentador. “Nem adianta você vir falar isso, porque não tem a menor chance comigo”, contra-ataca Lena. "Nem você comigo”, devolve Alemão.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

De sensibilidades

E numa Quarta de chuva, com saudades de futuro, passeando pelo blog lena que passeou no blog da Marla, encontrei...



"Fico pensando se não somos tão carentes ao ponto de não viver melhor sem alguém. E há tanto medo de não ser escolhido, e de ser escolhido e ser trocado, ou ainda de não ser escolhido totalmente, ou de escolher e viver achando que essa escolha é uma prisão. Mas eu lembro de nós dois, enquanto penso nisso tudo, do nosso pacto pelo total aproveitamento diário, essa liberdade quase imposta de saber-se poder ir embora quando não for mais tão essencial. Eu lembro que se estamos juntos é porque, todos os dias, ao acordar e nos olharmos tão frágeis, tão fortes, tão vulneráveis, tão entregues, nós fazemos novamente a escolha de ontem, e cumprimos o resto do dia alimentando esse 'estarmos juntos' com intensidade e delicadeza. Eu fico pensando nos nossos ajustes e na vontade que temos de sabedoria em meio a toda essa embriaguez da paixão. E acho que se esse ainda não é o caminho certo, pelo menos, é o mais bonito por enquanto. E o que me deixa mais inteira, a cada passo. E fico pensando enquanto avanço: eu amo construir a mesma estrada com você... Eu amo morar no teu abraço


A mulher da página 194
"Elenita" http://acasosafortunados.blogspot.com

Ela é loira e linda. Tem 20 anos. Modelo profissional. Saiu na última edição da revista americana Glamour ilustrando uma reportagem sobre autoimagem, e foi o que bastou para causar um rebuliço nos Estados Unidos. A revista recebeu milhares de cartas e e-mails. Razão: a barriga saliente da moça. Teor das mensagens: alívio. Uma mulher com um corpo real.

Não sei se Lizzie Miller, que ficou conhecida como a mulher da página 194, já teve filhos, mas é pouco provável, devido à idade que tem.

No entanto, quem já teve filhos conhece bem aquela dobrinha que se forma ao sentar. E mesmo quem não teve conhece também, bastando para isso pesar um pouco mais do que 48 quilos, que é o que a maioria das tops pesa. Lizzie não é um varapau — atua no mercado das modelos “plus size”, ou seja, de tamanhos grandes. Veste manequim 42, um insulto ao mundo das anoréxicas.

A foto me despertou sentimentos contraditórios. Por mais que estejamos saturados dessa falsa imagem de perfeição feminina que as revistas promovem, há que se admitir: barriga é um troço deselegante. É falso dizer que protuberâncias podem ser charmosas. Não são.

Só que toda mulher possui a sua e isso não é crime, caso contrário, seríamos todas colegas de penitenciária. Sem photoshop, na beira da praia, quase ninguém tem corpaço, a não ser que estejamos nos referindo a volume. Se estivermos falando de silhueta de ninfa, perceba: são três ou quatro entre centenas. E, nesse aspecto, a foto de Lizzie Miller serve como uma espécie de alforria. Principalmente porque ela não causa repulsa, ao contrário, ela desperta uma forte atração que não vem do seu abdômen, e sim do seu semblante extremamente saudável. É saúde o que essa moça vende, e não ilusão.

Um generoso sorriso, dentes bem cuidados, cabelos limpos, segurança, satisfação consigo próprio, inteligência e bom humor: é isso que torna um homem ou uma mulher bonitos. Aquelas meninas magérrimas que ilustram editoriais de moda, quase sempre com cara de quem comeu e não gostou (ou de quem não comeu, mas gostaria), são apenas isso: magérrimas. Não parecem pessoas felizes. Lizzie Miller dá a impressão de ser uma mulher radiante, e se isso não é sedutor, então rasgo o diploma de Psicologia que não tenho. Ela merecia estar na primeira página, mas, mesmo tendo sido publicada na 194, roubou a cena.

Que reação a foto causou em você? Repúdio ou alívio?